domingo, 14 de janeiro de 2018

It’s Not A Choice

Sunday night.
Dinner time.
A Netflix’s show to watch.
Mother says "Maybe it wasn’t what he wanted”.

What he wanted.

I collapse.

Just mentally, unfortunately.
I wish I could have really fainted and then be taken to some hospital, cemetery or wherever it is that’s far, far away from there.

They are here, right now, in front of my very eyes.
My own family still believes it’s a choice.
That it’s what it is because we want it to be.

I’m out of words.
Out of thoughts.
Out of will.

If you’re reading this and if you have ever believed on me for at least one single second in your time, please, make sure that, when I’m finally gone (which will be very, very soon) tell them these simple four words:

IT IS NOT A CHOICE.

sábado, 6 de janeiro de 2018

Testamento - II

And suddenly I felt that quick glimpse. A glimpse of pure hope.
Not a hope that continuing to stay alive would make things better, but the hope that, in death, I might find my universe.
The universe I’m in every time I dream of. The universe I have control of my actions, my powers, my very self.
The universe where I know what wellness is.
So this is it.
I’m throwing myself into this long-way journey to find it among the nothingness.
I’m needed there, and I’m repulsive here.
The story ends. But the song never stops.

Testamento - I

Vocês já sabem como sou. O que sou. O que tenho e o que não posso ter.

Novidade: estou além de ajuda. Beyond help. Não há formas de ajuda que eu conheça que possa me fazer "me sentir bem” por tempo suficiente para eu dizer "estou bem”. Perdi toda força que tinha com a perda da única pessoa que nunca me fez ter vergonha de mim mesmo.

Perdi as forças.

E não é uma simples expressão verbal tal como "tenho que ter” que vai trazê-las de volta. Meu tempo está esgotado.
Toda noite, tomo uma dose de remédio a mais da noite anterior, às vezes misturada com outras doses, às vezes com álcool, às vezes tudo de uma vez.

Motivo?

Esperança de não acordar no dia seguinte. Aprendi a deitar, fechar os olhos e ignorar tudo que está a minha voltar, sem mexer voluntariamente um músculo se quer. Aprendi a estar morto. Só falta, de fato, morrer. Aprendi a me manter no sono por muito mais tempo, mesmo tendo noção das horas verdadeiras. Mesmo sabendo que as 9h da manhã, quando o sol começa a esquentar muito a cortina do meu quarto e o ar condicionado não tem tanto efeito, devo continuar meus sonhos e voltar para a caixa da minha mente onde não sou atingido por dor ainda. Onde a minha avó está viva e eu tenho certeza de que está feliz. Onde eu estou feliz.

E bem.

Tento dormir por mais de doze horas por dia. É mais que a metade da duração total de um dia. O que significa que vivo menos da metade da minha vida até então.

Não tenho mais esperanças no tratamento psicológico que tinha com a psicóloga, embora acredito que ainda não seja a hora de deixá-la de lado.

Não quero voltar ÀQUELA clínica. Mas não disse que não queria tentar outro ambiente.

Só quero esquecer desse mundo e quero que ele me esqueça. Não uma coisa ou outra. As duas.

Porque não é fácil. E ninguém me disse que seria.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

A Spell to Nothingness - part III

Step 3: Take everything. If ir doesn’t work, take it in double, triple or how many times you think it should work.
And always remember: there’s no worse pain than this one.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

A Spell to Nothingness - parte II

Step 2: Remember that thay of the week you’re most productive? Exactly! Do not be productive on that day. Do not do a single great thing on that day. Don’t amswer important messages, don’t seek important ressearch. Just stay on your bedroom all day long, without eating, without drinking... like you’re in coma or something.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

A spell to Nothingness

Step 1: While listenning to your favourite musicians’ newest releases, slowly step away from those you don’t have a single chance to be with.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Little Patterns

Não quero ter que lutar contra o que o padrão de beleza imposto pela sociedade moderna. Não quero perder energias gritando para os infinitos cantos do vento que todas essas regras estão erradas. Não quero ter que levantar minha voz para mostrar que existo e que mereço ser feliz pelo simples fato de eu ser. Não quero apontar, cultivar, destruir, cortar, chorar, cair, levantar, empurrar, subir, segurar e largar.

Só quero viver, feliz. E em paz.
Não sou um padrãozinho.
Eu os curto.
Eu os quero.
Mas não quero ir atrás.

Não posso.

Os sonhos e planos que tenho podem tornar essas regras irrelevantes. A expansão da mente, a criação da Morte e a mudança de cultura podem ser formas distintas de me levarem até o nó inevitável do meu laço do destino. E, nele, os padrãozinhos são simples pontas soltas, que até então não puderam ser encaixadas na corda principal.
O que nos resta?

sábado, 14 de outubro de 2017

I am ready to become Death

Temptation.
Agoraphobia.
Sinner.

The true self of mine has been surviving all of this. Yet, not ready to continue I am.
I shall make the last melody of us.
Nothing can scape the preciosity of being gone.
Forever.

The guardians of life itself apologise the living. And the dead outnumbered them.
I shall give up this one more life to live away from us.
And nothing will be forgotten forever.

What makes us go into the light when there’s plenty of darkness outside the window. The eagle flew its last flight all by itself. The strongest of apes wasn’t as strong as it was expected.
And nothing will be forever gone into darkness.

I shall now become Death.
Death, the one who lives all lives to be there when they end.
Death, the last chevalier to walk while there’s still life.
Death, the beginning of the end of all.

And that’s how it started.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Importante para quem?

Fellas, chegou o tempo em que não mais importo.
No fundo, há uma voz ressoando para que isso mude e então eu possa continuar sem prejudicar a mim mesmo. Mas ainda me pergunto: é possível ser prejudicado mais que já estou?
De que adianta andar sem ter um cérebro que comande seus movimentos?
De que adianta ficar parado sem ter um chão que te segure?
De que adianta respirar se o ar é tóxico?

E o oxigênio te mata...  ...Mata mesmo?

Está demorando muito, por sinal. Tem muita gente na fila? Era pra eu estar ali e adiar a fila. Era pra eu estar organizando.


Onde estão meus planos?

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Ela não avisa

Quando está chegando. Não toca a campanha, não bate na porta, não telefona, não manda mensagens...
Quando ela chega você não percebe.


Só se da conta de que ela está ali, há muito tempo, quando não há soluções para o inevitável.

E quando a overdose do que não pode ser dosado é iniciada.

Agora ou depois?