domingo, 23 de novembro de 2014

Imagination as Enemy

My worst enemy is my imagination.
It tooks me away from what is "right" and what is real all the time. It makes me feel comfortable for a very significant time and then it releases me to nothing but the terrible shock of reality.

Sometimes I just want to fade away from everything. Like breath on the mirror. Like air. Instead of having the shock of reality, I really want to live in my own imagination forever after. As living in another Universe where all things I want to happen could happen indeed, and all beings I want to be could be indeed.

I wanted to feel free like the impression we have when we see the majestic flight of the birds. I wanted to go to somewhere where I could feel at home, at least. It might not be easy, indeed, but it also might not be so hard that, according to human's modern concept, it could be impossible.

Living a life like this, my friends, are not simple.

sábado, 22 de novembro de 2014

About a Platonic Love - part I

About that platonic love
That no matter how you try
How you want
How you desire
How you feel
How you realise
And how you can
The more impossible it becomes.

domingo, 16 de novembro de 2014

Quero escrever não

Quero escrever
Não quero seguir regras
Que me dizem como pensar
Da forma como os outros pensam
Quero dizer pro mundo tudo o que está na minha mente
Na forma e na ordem que me vêm os pensamentos.

Não quero um manual
De como minhas sinapses devem ser feitas
Numa linha do tempo ou noutro impulso do espaço
Cinza, igual e indiferente.

Quero ficar aqui.
Apenas aqui.
Deixando o ciclo de tudo terminar da forma como tudo quiser.

sábado, 8 de novembro de 2014

And he was there

And he was there
Guarding the gates of the Hills of Nothing
His life was so badly thrown away that he never thought he could finally get up.
Not even for a slightly ray of emotions
And brightness.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Primitivo - parte I: Preocupação

Primitivas são as pessoas que julgam as outras por essas últimas não se preocuparem. Como se preocupar-se fosse algo que definisse caráter ou carga de superioridade

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Onipresentes

É difícil. Muito difícil.
Em cada passo que dou parece que existe uma força muito maior que me empurra para trás.
Cada porta que se abre três ou mais janelas de fecham. E cada janela que se abre, todas as portas se cerram.
Ninguém, porém, havia me dito que era fácil. Ninguém havia me dito que todo seria uma bela de uma maravilha. Havia tratos. Havia lareiras, mas não havia razão.
Às vezes, eu me vejo num lugar muito mais alto, como um um pico da mais alta montanha que existe, observando cada ser lá embaixo. Como se eu estivesse em vários lugares ao mesmo tempo, criando ou projetando imagens, ouvindo sons, sentindo sentimentos... Onipresente.
Mas a presença, onde quer que eu esteja, não é suficiente para me fazer completo. É trágica, como uma rosa, que nasce tão bela num mundo tão escuro que mal sabe que terá um triste e amargo fim. 
Ela nasce para morrer. Todos nascemos para morrer. Onipresentes.