sábado, 22 de outubro de 2016

Velocidade do Tempo - About a Platonic Love - part III

Um dia me disseram que o tempo passa devagar
Mas ultimamente ele tem ido rápido.
Como um super herói que se autodenomina o homem mais rápido
Da Terra
Mas falta muito.

E se o nosso tempo está passando na velocidade que ele tem que passar?
E se devíamos contar que o Marco Zero
Era no início.

E se esse é o nosso tempo?
A nossa hora?
A nossa vez?

A única coisa que sei é que quando estou com você
Eu não tenho tempo pra mais nada
A não ser única e exclusivamente para você.
E só você.

E que alavras sejam ditas.
Para o Bem. 

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Bem

Seria essa a hora de finalmente ficarmos bem?
O que é bem?
Quem é bem?

Como se faz poesia sem estar bem?
Bem é a palavra certa
Mas bem tem vários conceitos
E definições.

Escolhi meu bem
Será que ele me escolheu?
Não importa

Dessa vez é diferente simplesmente
Porque é
Dessa vez estou bem, estou com Bem

E sempre estarei (com) Bem.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

(Do Not) Get Outta My Head - Herman Hesse III

I tried to talk to you, I tried to ignore you, I tried to yell at you, to message you, to go after you, to declare myself to you.
But the problem is not because of the way I do things, but because you just don't care.

You understand very little what's going on with me. So little that, right now, it's not relevant for what we could have had. You flew away arguing having no patience to me, yet we both know you do. Or, at least, I still got the hope you do.

So, for our own sake, understand this: yes, I'm the king. Yes, I have kings. Yes, I do what kings do when they're kings.
But I still need you. I still want you. I still love you.

That was me talking. The very same me you once look into his eyes and kissed him like you really wanted. The same me that once made your curvy smile pop out in your mouth just because of a ridiculous, funny joke. The same me you shared minutes alone with, but gave his full heart to you.

Come back. Just come back.
We can do this together.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Mais um (I)

Mais um dia se vai
Mais uma noite chega
Mais um sono aparece

E você, longe.

Volte! Apenas volte!
Depois nós resolvemos
Volte novamente
E então recomecemos


Desculpe-me.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Why do we go?

Exceptionally these times, we don't go to places to get well.

We just go there to forget.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

A hidden letter to a person (Herman Hesse II)

I already told you why I speak the language of science: because it's my heart's.
I don't know what you have done to me, or what I have done to myself, since the first time I saw you. I don't know why I use so many "I"s, neither do I know why I use to write long texts like these one.
This time I don't want to explain, because this very time I know I'm writing for no one. Nobody will read this. You will never read this.
But I already faced the truth so long ago: I am problematic.

I fell in love easily...

Well, almost easily. I fell for you right at that night when I saw your smile. It's craved in my head and I can't (or don't want to) take it off.

I love you!

With all my very self!

But so what?
I once did want you to have patience with me and all my sickness within, but I have changed. I learned with you when we were closer and I learned even more when we parted ways for the first time.

I am a good person.

I always try harder than I can to do my best. And I always fail. But I don't ever give up, even when the world tells me to.

God, I wanted so much to be with you!
You are my everything, man! I love you so much I believe I'll never love someone like this again. First, because I may have not enough left time on this Earth to find someone so beautiful in all possible and impossible ways like you are. Second, because I don't want to.

If you could just care a little bit, if you could just think about giving me another chance, if we could only abandon this universe together and create another one for ourselves where there'd be only happiness for both of us...

I don't know what I am saying.
I don't know what I'm thinking.
I only know that I love you.
I love you like I never ever loved someone before and I'll never will again.
I can't let you go.

And this thing is almost as pathetic as a stupid love song that gets stuck in people's head every day. But it's all I can think and write right now. Because I'm loving you so much that the most reasonable part of me is gone.

Yet,
 I do understand none of this is my choice. I do understand I that there's also "you" in "we". I do understand that the same way I love you and never will love someone like this again, you don't love me and never will love me the way I love you. 

I know I was late and probably messed up everything and any chance we could have to build our own world. 

I am a mess.
A rustic, complex mess.
But I have to admit that I belong to human kind.

And, unfortunately, the human brain has developed mechanisms of hope along the last hundreds of thousands of years. And as a little mortal human like most of all other humans, I have to have hope.

Hope that you'll read this.

Hope that you'll reach out to me again.


Hope that you'll love me too.




And



   hope



that


  we


         'll


     be





together.Iloveyou.Andalwayswill.

sábado, 10 de setembro de 2016

Herman Hesse I

You may not believe in this story, gentlemen, but he finally admitted I have mental problems.
The issue of his statement is that he said he had no patience.

And now I wonder, why he came back? Why he reached out to me? Why he jus-
Oh wait! I can't wonder any longer.

It's completely unreasonable to lose my time wonder why he does what he does and thinking about him all the time.

The choice was made. I have only 28 years or less before cancer strikes me out, so I can lose my time with someone who has no patience to me.

What I need right now is a comfortable bed, countless hours to sleep, a one-way pass to the North and a chocolate milk shake. Companions are a plus, but I'm fighting to make them not so necessary as they seemed.

Also, I need my castle to emphatise my kingdom.

I am the King!

And always will be.

sábado, 20 de agosto de 2016

What I'm looking for

Fit is not the word I'm looking for right now. I never have and never will fit somewhere. Nobody wanted me to be fit and I never wanted to fit.

I'm looking for well.
Stay well.
Be well.

Farewell.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Just a canvas in the sky - Too Many part I

Swallow the pain.
Keep it inside.
Make it bigger
Until it dies

AND THEN SCREAM


But don't forget your future tattoos.

Because only at the Precibus we change
And ihmnen ei osaa rakastaa.

domingo, 14 de agosto de 2016

Loneliness - part II

Apesar de você finalmente chegar a um bom nível, apesar de você finalmente se ver satisfeito, apesar de você ter atingido uma certa estabilidade generalizada, apesar de você ter deixado rodar com calma o script que você escreveu para sua vida, apesar de tudo ir conforme os comandos, apesar de não houver conflitos...

Ainda bate a saudade.

Mas não é a saudade daquilo que existiu, e sim daquilo que poderia ter existido. Toda a ideia que você criou na sua mente, todo o futuro brilhante que planejou... Mas não executou.

E isso machuca. Isso revoga níveis baixos. Isso lhe magoa muito.

Então, por mais que essas palavras hoje pareçam um conjunto vago e inútil, lembre-se, sempre, que estar sozinho é uma fonte de infinito poder.

sábado, 9 de julho de 2016

Uma conversa noturna

"Basta me olhar na forma correta que me verás segurando uma coisa. Essa coisa tem vida, tem morte, tem coisas, tem tudo, tem nada, tem seja lá o que for. Mas ela me prende conforme o andar da carruagem.
Estou sob pressão.
E estou sozinho.
No péssimo sentido.
E não foi minha escolha."


"Mas e daí?
Vai ficar falando isso para que o mundo ouça e novamente prove sua teoria de que, de fato, ninguém se importa?"
"Fuja!"

"Não."

"Então o que farás? Dormirás? Correrás? Farás teu dever conforme te foi ordenado? Prove HIM wrong?"

"Não.
Ou tanto faz. Não é o que desejo."

"Então o que desejas?"

"Sir, tal pergunta já lhe fora respondida nas entrelinhas de tanto o que escrevo. Tudo está tão ligado e cheio de propostas e teorias distintas que podes escrever outro livro com elas.
E, no entanto, resumo em apenas duas palavras: ser feliz."

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Até então

Até você pisar em falso e cair num abismo
O mundo é colorido
Preto e branco
Como um dia de sol magnífico 
E ceu azul em visões deslumbrantes
Ou como um belo dia de inverno
Com frio e neve dominando tudo
Não importa de que jeito
O mundo é confortável
Agradável a tudo
Para todos os gostos
Para quem ama todas as cores
Ou para quem somente veste preto
O mundo é feliz
O mundo é do bem.


Até você pisar em falso, errar o movimento, apertar a tecla errada, dizer o que não deveria ter sido dito e cair no abismo. 
E não há volta.

terça-feira, 28 de junho de 2016

domingo, 26 de junho de 2016

O que é melhor?

Melhor ficar na dor de perder do que sempre sentir.
Melhor ficar embaixo, no mais profundo poço, do que sentir a dor da queda.
Melhor permanecer no escuro, no breu, do que sentir a queimadura da luz.

Melhor dizer que nunca o teve, do que admitir que o perdeu. 

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Propaganda enganosa

Grite em silêncio, meu amigo.
Não adianta usar sons, ninguém te ouvirá.
O mundo é cheio de falsos ouvidos.
Clamam pelo companheirismo e afeto mútuo.
Propagam a ideia de que humanidade é sinônimo de carinho e generosidade.
Mas escondem-se atrás da cruel verdade.
Ninguém se importa com outros.
Talvez nem consigo mesmo.
No seu universo, apenas você existe.
Apenas você.
Resolva seus problemas sozinho.
E faça do sozinho uma fonte de força brutal.
Seja claro e astuto com seus caminhos.
Seja corajoso.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Fuga

Gritar para todos que você quer fugir tem menos efeito que gritar para este vazio.

Fuja, não grite, não avise, não deixe rastros.

Suma.

Mesmo que

Homens não sabem amar

Perdi a fé nos homens por todo completo. Os sinais já apontavam que homens não sabem amar, Ihmnen ei osaa rakastaa. Encontro-me sozinho num barco sobre um corpo de água (ou outro líquido, ou simplesmente nada) que flui em uma direção desconhecida.

Não tenho mais cartas nesse jogo. Tudo foi perdido, como a matéria é perdida ao invés de ser transformada.

De que andiantaria gritar para todo mundo ouvir, seguindo as regras desse vitimicismo complexo, se ninguém vai se importar? Use sua máscara e siga em frente. Essa é a regra?

Estou preso nesse ciclo infinito, nesse paradoxo mortal de como viver com dor e sofrimento e, embora não querer ter isso como um marco na sua vida e desejar substituir tudo pela infinita felicidade, a regra maior da instituição impõe que eu viva assim.

Onde estava toda aquela fé que era dita que eu devia ter? Onde está toda sua confiança em mim? Onde está seu carinho, amor, afeto, bondade, segurança, amizade, maternidade, fraternidade, companheirismo?

     Por que não acreditais em mim?

Não me analise. Não me julgue.

E, ainda, não se desculpe.

domingo, 19 de junho de 2016

It's a secret

One. Two.
One. Three.

Five.

It's a secret we can never tell anyone while we're alive.
It's not within the limits of our powers.
It's not the threats we might have once we walk through this world.

It's the music.
The very old music that sounds in our heads since the beginning of our times. That beautiful melody conducting us through the shadow.

The music is the key, sir, and we plan to play it until forever.

domingo, 12 de junho de 2016

Our Own Little Escapism - part I

Memories.

Sir, what I have asked myself during these latest days was all about memories.

Memories to share. Memories to create. Memories to contest. And memories to relive from the past.

Will we pass through the same path we once scalded our way in before? Will we pray for an invisible force to deliver us from the darkest sorrow? Will we survive this journey without a fight? Will we finally win this time?

Memories fall through countless nights and days. And this intense mixture of feelings we have right now does not fix anything that was broken. It is a mess. A chemical, holographic mess. It is even doubtful that any medicine can clean the best of it off.

And yet, as we were told many times before:

Only time can answer.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Do que adianta...?

De que adianta ter um alto QI
Uma perfeita inteligência
Um conhecimento grande
E uma infinita vontade de aprender

Se você não é feliz?

sexta-feira, 29 de abril de 2016

No fundo

No fundo, é só aquela vontade de 
sentar num canto,
perder-se nos pensamentos,
refletir sobre como
minha vida está uma merda


e chorar muito.


Mas a postura e o orgulho sempre são mais fortes.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

A luta para não ir para a cama é pesada

A luta por não passar o resto das horas na cama é pesada.

O medo do não é constante e intenso.

A inveja (será?) continua empurrando minha mente para o negro. Longe de tudo que poderia ser bonito.

Poderia ser a gente...
...se existisse "a gente".

Ou não poderia. Porque não é.

Não dá pra passar daqui. Se a vida tal como a conhecemos se define a partir dessa luta diária a que todos nós somos obrigados a enfrentar, prefiro então me jogar para subconsciente, entregar-me para o breu, dormir.

Dormir não é viver, mas me protege de sofrer.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Esses e aqueles

Existem seres por aí que estão lutando incansavelmente um combate insaciável que a vida lhes deu, lutando para vencer o jogo de amores que a vida lhes forçou a jogar. Estão lutando para encontrar aquele amado, aquele com quem se possa passar todo a maravilhosa continuação da vida até seu fim, aquele que lhe faz sorrir involuntariamente ao apenas existir ou mesmo se lembrar de momentos com os quais ambos passaram juntos. Lutam para encontrar aquele único, para quem possam dizer e receber o único e verdadeiro "eu te amo!".

E existem os seres humanos.
Ihminen ei osaa rakastaa.

sábado, 9 de abril de 2016

Estava eu certo?

Três anos e meio.
Quarenta e três meses.

Eu estava certo então?

Desliguei-me da vida. Caí no primeiro poço e me enterrei no vazio. Fui pego pela realidade que honestamente me deu uma agulha.

"Você estava errado"
Não.

Seria tudo isso uma mentira?
Eu sabia? Sempre soube? Ainda sei?

A regra sempre é simples. Eu sou a única exceção. Eu sou o único. Eu sou aquele que empurrava o normal ladeira abaixo.

Os outros eram mortais e eu dominava perfeitamente bem a matemática para fazer os cálculos e seguir o algoritmo. Eu estava certo.

Eu estava certo!

S. D. I. P.

domingo, 3 de abril de 2016

Não sigo o esteriótipo

Sim, existem vezes que me sinto uma metade. É impossível achá-la. Por mais intrínseco e deprimente seja o tempo que gasto na procura.

Não me junto com a metade. Não me envolvo no meio. Não sigo os padrões. Não tenho esteriótipos. Não pareço.

Mas o que me resta é um espelho.

E se o espelho quebrar? Sete anos de azar?
E se eu quebrar o espelho? Vinte e três anos preso num campo de centeio?

É possível usar códigos? Ler o script em outro programa? Criar uma nova linguagem? Reiniciar?

Também nunca me disseram que seria impossível.

Pokevolução

Se a vida te der um Caterpie, treine-o até Butterfree.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Mais um texto sem título

Seria o foco relevante para nosso crescimento? E aquela busca infinita pela pausa utópica jaz num canto dos afazeres?

A mesa está cheia, meu amigo. Arrume-a do seu jeito, mas nunca deixe de perder o fluxo. Ele é raro.

Já está na hora de classificá-lo como fantasma do passado (recente)?

Segue em frente. Não vire à esquerda, jamais! Não há relevâncias atrás.

Durma.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Avalanche

Isso já não é mais uma simples bola de neve. Ou uma pequena bola de neve. Ou uma razoável bola de neve. Ou uma grandiosa bola de neve que destrói tudo por que passa e leva tudo o que está no caminho. Ou uma gigante bola de neve que empurra sem pena tudo o que está na frente e torna sua destruição mais difícil de ser feita em pouco tempo previsto.

É uma avalanche.

E ela está aqui dentro, esperando, por pouco tempo talvez, para se libertar e destruir tudo o que vem e volta, tudo o que tinha e se extinguiu, tudo o que sente. Ela está parada? Pois sua taxa de esvaziamento, caso exista, é tão pequena que se mostra atualmente imperceptível. Devemos correr? Devemos fugir? Ou devemos esperar conforme a ciência sempre nos guia?

Porque eu ainda não chorei. E isso é assustador.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

The Tales of the Bears - part V: Detachment (or About a Platonic Love -part II)

Once upon a time, a smart, lovely bear walked through the temple of shadows and patterned with a fighter bear.

And this is it.

Because after that first bear lost all his previous capacity of detachment. He just could not let the other bear go at any time. None of them knew if it was too late or too soon.

Yet, the two bears - the lovely one and the fighter one - continued their separate journey. But, in the air, that same static atmosphere, that comes before a pandemoniac storm, remains.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

The Tales of The Bears - part IV: Under evolution

Even evolution is incapable to answer the questions I made every day. Science is just not enough anymore. Fiction stopped working so long ago. Faith no longer matters to us.

There was no significant change through the time spent on this. There were no differences between the life, death and times of a caniform being among the oriental forests. 

They were mine!
But what were they?
What is it you call by truth? Who do you trust? What would they know? Who knows?

I am not like that. I am a simple, foreign stranger who likes to attach the ones I think I could never loose.

Yet I lost. 

Ei minua!

Ei minua!

Puhun Suomi. 

Mikä on kutsumus?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

The Tales of the Bears - part III: Dirty dirty pain again!

Dirty, dirty pain, here you come again!
The one that pictures my own face at a long horizon of sorrow. The one that makes my nights loose its ending, yet in a horrible way it could ever end. The one that craves his bearish claws under my skin to my bones, into my single heart beating alone in all this darkness.

Here you come again to make me feel terribly sorry for losing my time in my thoughts and in my prayers, even though this atheist self of mine has chosen this path to follow, once, so long ago. All of the stories shared were closed by that gigantic lack of words and sounds. 

You came to destroy me! To betray me! To slay me! How could you ask me without words to be you friend after all those pictures I have made for us? How could you still sit there, in perpetual silence, like nothing between us were happening at all. What about us? What about our paradise? What is heaven compared to all that beauty we have seen lying on the horizon?

On our horizon?

Or was it just me who saw all of it? Was I imagining? Wasn't the whole scenario of our love just real? Was I crazy?

...Am I crazy?

Why didn't you tell me?

The Tales of the Bears - part II: Nothing

Nothing at all.
Nothing at once.
Nothing left.
Nothing to you.
And most painful of all
Nothing to him.

It's like you never existed in his life.
Like all those pillow talks when you both were lying in each of your beds, in different places, like all of those words were nothing.

All destroyed.
All forgotten.
All unloved.
All abandoned.

And then...
Here comes the pain.

The Tales of the Bears - part I: Have you fallen...?

I beg your pardon, Sir, but have you fallen in love for a boy once before?

Because I think when you fall for a girl, you somehow imagine that your main mission is to protect this girl from the rest of the World, to be her guardian and protector, to be her man.

But once you love a boy, you put this boy in the very center of your whole universe. Every single choice you make is somehow influenced by his very existance, by his words, his opinions, his lips, his penetrating and pure eyes that you can only see from a simple, old and unchanged photograph.

This boy suddenly becomes the pair of lens that allows you to see a much more colourful world than how it actually is. You feel every single glimpse of happiness you could ever feel, all at once, like a storm of strong emotions. You smile unconsciously every time your thoughts go directly to him, even though you never saw his smile in real life. His voice, still completely imaginary to you because you also never heard it at all, surprisingly sounds more beautiful than the most beautiful of the songs you have ever listened to. 

You promise yourself this boy will be the only One in your life, the Chosen One, the Love of Your Life, the Sun and the stars, the Moon of your night, your everything. You promise yourself that you will be completely his own, his love, his sacrimony, that you will do everything to be his everything. You picture the most beautiful scenario to the moments you would be together as one, as two, as infinite.


And then...
It means nothing.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Over

It's simple.

It's over.

There won't be any other calls, messages, attempt to reconstruct a friendship. 

Because friendships hurt, specially when they're not supposed to take place for a romance.

Everyone should know that I'm the one who could make him better. That I could be the best for him. That we could be the best.

But no one cares anyway. Because it's over.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Ano 22

O ano 22 foi cheio de reflexões.

Senti coisas suficientes para preencher uma vida humana inteira, mas ainda faltou aquela felicidade que todos procuram e sortudos são aqueles que a encontram.

No ano 22, houve o pior dia da minha vida, mas não foi o suficiente para ser o pior ano até então. Surgiu uma luta na qual ainda me encontro e diariamente pareço mais evoluído, sabendo-se que evolução não necessariamente significa ganhos, fortalecimentos, melhorias, avanços.

Falta muito?

Inseguro

Ainda estou inseguro.

Desde os últimos grandes eventos, ainda sinto uma forte insegurança dominando todas as moléculas do meu ser, o que me impede de experimentar quaisquer outros sentimentos em quaisquer outros contextos; exceto o medo.

Às vezes surge uma pequena pontada de raiva por ser obrigado a me conformar com essa situação e pela negligência por parte daqueles que jamais deveriam ser negligentes.

No fundo, somente desejo ir para casa, pois minha casa já não se mostra como a casa que eu tinha.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

A poem

The cloudy sky just opened itself to tell us the Moon is here.
Now I wonder who's gonna take the candles away so the Church could finally deliver the sky and stars from up above.
As I walk into my gracious pain, the grief and loneliness stab my heart with a shiny little thunder that wakes the Bears out of their bed.
Hope is the only thing I've got.
And by hope we mean our natural right to see the dust among the stars far, far away from here.
Unattached by its surface.
How long it takes us to find luck again?

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Esse não

Esse não não é como os outros nãos.

Já existiram vários. Um atrás do outro. Muitos implícitos, outros tantos explícitos. Outros foram lidos conforme o tempo ensinava. Incontáveis.

Mas esse não é diferente. É asqueroso, traiçoeiro, perigoso como um humor negro. Ele engana e finge que não escuta. É triste.

Esse não vem devagar, desde o início dos tempos, sempre estando bem ali e sem ser percebido, mais oculto que um ninja bem treinado sob uma máscara conhecida. Esse não é longo, perpétuo, carrasco, infinito.

E, por isso, esse não causa profundas feridas que só são percebidas depois de muito tempo abertas, tocadas e lascadas. Esse não machuca. Esse não causa dores intensas e longas, porém inconstantemente ondulares, pois se torna necessário aquele pouco de falsa esperança para que a intensidade da dor seja muito bem aproveitada.

Esse não é triste e infinito; e aqui perpetuar-se-á para todo o sempre.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Um bom amigo

Aceitem, eu não sou um bom amigo.

Não me importo com 87,5% das pessoas que conheço e tenho desejos muito sinceros de que o fim da humanidade chegue o mais rápido possível. Sou totalmente contra a ideia de antropocentrismo e me revolto toda vez que um simples Homo sapiens qualquer acha que está no topo de alguma cadeia ou filogenia e que isso lhe dá direito de governar sobre aquilo que não lhe pertence.

Não sirvo para escutar as pessoas e dar bons conselhos, principalmente quando não tenho a capacidade de seguir esses mesmos conselhos ou, ainda, quando a inveja por não ter tido as diversas oportunidades que o aconselhado teve cobre toda e qualquer forma do meu raciocínio.

Tenho dúvidas quanto à existência ou não de uma necessidade de eu ter amigos aqui e ali, de vez em quando. Alguns são necessários, outros não passam de uma obrigação social ou fingimento; porque, novamente, não me importo.

Por isso, não posso ter o (des)prazer de ser sempre aquela pessoa a se recorrer quando se tem um problema pessoal, social, amoroso, econômico. Isso me atrapalha e entra em conflito com meus poderes.

Não me peça para ser seu amigo, quando quero algo muito mais que isso.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Não escrevo

Eu não escrevo para fulano, nem para siclano, nem para beltrano. Não escrevo para Johns Doe e nem Janes Doe. Não escrevo para ele, nem para ela. Também não escrevo para você.

Eu apenas escrevo. Sem complementos diretos ou indiretos.

Prisioneiro

Rio de Janeiro, 6 de dezembro de 2007
Rio de Janeiro, 6 de dezembro de 2013
Rio de Janeiro, 5 de agosto de 2015

Prezados,

Sinto-me como se estivesse infinitamente preso em uma fortaleza. O condominio é a montanha. O apartamento é o castelo. Meu quarto é minha prisão e minha cama é minha cela.

A rua é o principal lugar errante, palco de diversas perdas vitais e (i)morais, onde tudo de bárbaro e agonizante em uma épica história pode acontecer. Os ruazeiros são os vilões, carregando em seus bolsos tudo aquilo que possa sugar para sempre a felicidade alheia, sem deixar qualquer vestígio a ser aproveitado.

Todo dia, uma carruagem me leva e me busca na aldeia, de forma que eu possa fazer meus afazeres, fingindo alegria para o povo, fingindo estar tudo bem.

Quero ir para casa.

Mas aqui é minha casa. Por mais de duas décadas serviu como lar, como refúgio, como alívio nas situações bruscas vividas há milhas daqui. Mas ninguém me disse o que fazer quando tais situações chegam e se prendem a este lugar. Ninguém me disse o que fazer quando os pesadelos, os infernos e as profundas escuridões pairam por aqui e por aqui permanecem pairadas por um tempo literalmente indeterminado.

Senhor? Senhora? Vossa Excelência? Natureza? Alguém a me dar dicas?

Atenciosamente na espera,
TK

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Recomeçar de novo

Não.
Deixe-me.
Não quero ter que acordar hoje e depois dormir sabendo que tenho que acordar amanhã e novamente dormir sabendo que tenho que acordar no dia seguinte.
Não quero parar meu nada pra seguir a vida fazendo o nada de outro alguém.
Dê-me um motivo, daqueles capazes de mudar irrevogavelmente para melhor a vida de um ser.
Ou me deixe.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Longo tempo

Fitando a luz roxa que estava bem ao lado e tão distante, foi-se, no escuro, um longo tempo que não quero deixar registrado.
Não dessa vez.

Cura

Quando a dor puramente física incomoda qualquer ação ou reação, sua cura não jaz junto aos encantos da mente de caniforme.
Nem jaz sob os olhares singelos, envolventes e apaixonantes, retirados de apenas uma imagem conhecida.
Ela também não canta, não se compadece nem dança sobre as colinas do passado. Ou nas luvas suadas depois de um longo crepúsculo sobre lutas.
Ela está no acaso.
No incerto.
Naquilo que não se sabe, que se duvida, que não se identifica; mas que, em todas as noites, tardes e manhãs, não para de pensar sobre.