terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Avalanche

Isso já não é mais uma simples bola de neve. Ou uma pequena bola de neve. Ou uma razoável bola de neve. Ou uma grandiosa bola de neve que destrói tudo por que passa e leva tudo o que está no caminho. Ou uma gigante bola de neve que empurra sem pena tudo o que está na frente e torna sua destruição mais difícil de ser feita em pouco tempo previsto.

É uma avalanche.

E ela está aqui dentro, esperando, por pouco tempo talvez, para se libertar e destruir tudo o que vem e volta, tudo o que tinha e se extinguiu, tudo o que sente. Ela está parada? Pois sua taxa de esvaziamento, caso exista, é tão pequena que se mostra atualmente imperceptível. Devemos correr? Devemos fugir? Ou devemos esperar conforme a ciência sempre nos guia?

Porque eu ainda não chorei. E isso é assustador.

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