terça-feira, 2 de maio de 2017

A song of insomnia

There you all are
Sleeping inside your heads
Dreaming as it can be
Resting for another morning day


Here I am as down as I can
Thinking about him
The unforgettable dream
The one who breaks insomnia

Are there two of them?
There of them?
Seven billion of them?
Or none of them?

Save me from this prison
That I am trapped beneath the walls
Of damnnation for eternity
And shuffling

I am an owl
A very silent owl
Who needs to hunt when the dark comes
And goes to rest when the dark goes

Am I sleeping?
Am I trapped?
Am I singing another song of damnnation
Or insomnia?

But there you all are
And here I just am
Like opposite terms of infinity
Waiting for a moment
In time

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Sem sentido?

Hoje quero contar uma história. Talvez não faça sentido algum, mas uma história que venha a aumentar o nível de captação e glória da irmandade e emancipa ainda mais os desprezíveis valores da humanidade. Quero lhes dizer que o mundo não roda pelo próprio valor não dito. A informação transcende o caminho da lembrança naquele que vive a mais gloriosa Glória das glórias.

Um violoncelo estava só no meio do caminho, em cima de uma pedra que podia ter marcado, um dia, o destino de grandes nações. Mas o violoncelo estava apenas ali, fazendo seu dever de confiança, o que lhe tinham passado desde o seu berço. Era como um sonho. Como uma aventura gelada no meio de uma multidão triste.

Embora talvez seja impossível para um humanóide sentir ar naquela região, o som era como um andar infinito sobre as ondas do tempo perdido. Trazia, ao mesmo tempo, fé e desconfiança, verdade e emoção, magia pura. Todas as formas de vida, se ainda tivessem a honra de demarcarem sua longa existência, talvez não teriam tanta aptidão para interpretar aquelas notas, que vagavam em círculos sobre os limites do infinito.

O roedor ainda caminhava sobre as pontes mais amplas do universo, tentando se desviar de balas de canhões fechados sobre o fundo do oceano perdido. A vida é curta, meu caro, mas completa o suficiente para lhe escrever dezoito bilhões de anos com tinta cósmica sobre um papel laminado. E todo dia, o ventilador se sustenta em círculos enquanto fujo de minhas próprias raizes tão escuras quanto a neve nórdica.

E o mais amargo dos doces é aquele feito do que não possui história.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Quando menos se espera

E eles e elas dizem: Quando menos se espera, você o encontra

Mas os mesmos eles e as mesmas elas se esquecem
Que sempre espero.
Sempre.
O tempo todo.
Desde sempre.
Ao infinito.

Pergunta: como proceder com esse problema?
Resposta: